
CARTAS ENVIADAS PELO STIU/MT AOS PARLAMENTARES NO CONGRESSO NACIONAL, COBRAM ELES A VOTAREM CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA ELETROBRAS/ELETRONORTE QUE VAI ENCARECER AINDA MAIS A CONTA DE LUZ
O STIU/MT enviou carta a todos os deputados federais e senadores da bancada federal de Mato Grosso no Congresso Nacional, enumerando as decisões tomadas no Seminário realizado em Cuiabá na data de 23 de março último.
Na carta a direção do STIU/MT informa que o documento resume os principais pontos debatidos no Seminário, a respeito do setor elétrico, com a participação de especialistas pertencentes ao DIEESE e Instituto Ilumina, cuja conclusão foi a de que a privatização da Eletrobras/Eletronorte seria altamente nociva para os consumidores e interesses maiores do estado de Mato Grosso e País.
O documento cobra que os parlamentares votem contra a proposta de privatização da Eletrobras/Eletronorte, votando em defesa do povo e do Brasil.
As cartas foram endereçadas aos seguintes parlamentares (clique no nome para ver a carta): Cidinho Santos, Ezequiel Fonseca, Fabio Garcia, Jose Medeiros, Nilson Leitão, Saguas Moraes, Valtenir Pereira, Victorio Galli, Welligton Fagundes, Adilton Sachetti e Carlos Bezerra.
27 de abril de 2018
No dia 9 de maio próximo será realizada Assembleia Geral no Barro Duro, no Portão 7, e nas cidades polos: Rondonópolis, Cáceres, Barra do Garças, Sinop, Confresa, e transmitida em tempo em real pelo facebook.
Na Assembleia será discutido o posicionamento da Energisa MT sobre as cobranças, que o STIU/MT tem feito pelo fato de quatro indicadores do PPR/2017 não terem alcançado a meta e terem zerado.
Durante as reuniões com a direção da Energisa MT o STIU/MT tem defendido que os trabalhadores não podem ser responsabilizados por erros na gestão da empresa. Por isso, faz-se necessário que a Energisa MT pague aos trabalhadores um valor adicional como forma de compensar os quatro indicadores que foram zerados por erros da administração da empresa.
O pagamento da compensação é uma forma da empresa reconhecer, com atitudes e não apenas com discurso, que os trabalhadores têm cumprido com o papel que lhes cabe na distribuição de energia elétrica para o povo de Mato Grosso.
FIRME NA LUTA!!
20 de abril de 2018
Divulgação fere a cláusula 56ª do Acordo Coletivo e a Energisa MT tem a obrigação de pagar multa aos trabalhadores pela prática ilícita
Distorcendo a verdade a Energisa MT tenta enganar os trabalhadores, especialmente os recém-contratados, de que os benefícios do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) são benesses oferecidas pela empresa, em flagrante descumprimento à cláusula 56ª do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT 2016/2018).
Além de um desrespeito aos trabalhadores, que conquistaram os benefícios por meio da mobilização e luta comandada pelo STIU/MT, a conduta da Energisa MT também configura um ato ilícito, quando a empresa divulga que oferece o Vale Alimentação, transporte, plano de saúde, assistência odontológica, reembolso de medicamentos, previdência privada, auxílio creche, auxílio dependente especial e seguro de vida, omitindo que são conquistas que fazem parte do ACT celebrado pelo Sindicato.
Devido ao ato ilícito da direção da Energisa MT, o STIU/MT entrará com processo na Justiça do Trabalho, caso a empresa não cumpra o estabelecido na cláusula 59ª, que estabelece: ““fica estabelecido multa de 2%, calculado sobre o piso salarial (…), caso haja descumprimento de qualquer cláusula deste Acordo Coletivo de Trabalho, que se reverterá em favor dos empregados (…)”.
A Energisa MT tem a obrigação, em conformidade com o que determina a Lei, de pagar multa por não respeitar o Acordo Coletivo de Trabalho, por meio de manipulação tentando se apropriar das conquistas dos trabalhadores consumando uma prática fraudulenta.
Veja carta em que o STIU/MT notifica a Energisa MT a pagar multa devido a pratica ilícita
Na verdade, se dependesse da Energisa MT os trabalhadores teriam ficado sem o Plano de Saúde, Bolsa de Estudos, Auxílio Doença Previdenciário, PPR, Hora Extra 100%, com a implantação do Banco de Horas, que iria estabelecer um regime de trabalho semiescravo para explorar os trabalhadores em último grau. Os trabalhadores ficariam sem benefícios importantes para suas vidas e das suas famílias, que constam no ACT.