10 de maio de 2019
O STIU/MT protocolou na E nergisa MT a carta STIU/PR/080/2019 comunicando a decisão da Assembleia Geral realizada no dia 03 de maio de 2019, que rejeitou a proposta da Energisa MT para o Programa de Lucros e Resultados 2019. No documento fica claro que a proposta da Empresa discrimina os empregados que não possuem cargos, daqueles que possuem cargos na Empresa.
Outro aspecto abordado, é que as metas e indicadores propostos para os empregados que não possuem cargos de gestão dificilmente serão atingidos, enquanto que para os gestores, não há risco nenhum. Na verdade, a proposta da Energisa MT pretende redistribuir em 2019 proporcionalmente aos salários, os valores gastos, de forma linear, com todos os empregados no ano de 2018. Essa proposta cria uma situação de risco muito alto de não atingir as metas e zerar o Programa, para os empregados sem cargo de gestão, enquanto que, para os gestores, cria uma situação de privilégio. Continue lendo »
Assembleia Geral realizada na manhã do dia 03 de maio, com a participação maciça dos trabalhadores, em Cuiabá e no interior do Estado, rejeitaram a proposta de PLR 2019 da Energisa Mato Grosso. A decisão foi tomada após os trabalhadores analisarem a referida proposta, constatando que ela é discriminatória entre os trabalhadores e os que ocupam cargo de gerência e direção da Empresa. Para os trabalhadores em geral, a Empresa propôs regras que vinculam ao salário base, lucro líquido, indicadores, metas e pesos (BSC), extremamente rigorosos com grande chance de zerarem.
Já por outro lado, para os gestores e diretores, a Empresa garante o pagamento de 3 a 8 salários base, independente do resultado alcançado, sendo que as metas, pesos e indicadores (BSC para os gestores) ela não divulga.
Dessa maneira, os trabalhadores rejeitaram a proposta da Empresa, reivindicando que no PPR 2019 sejam incluídos indicadores que reflitam diretamente o quanto os empregados estão sendo sobrecarregados nos últimos anos. Foi aprovado que seja considerado no novo Programa os seguintes fatores, entre os anos de 2014 a 2018: