Diretores e representantes falam sobre a não valorização dos trabalhadores, durante panfletagem
30 de novembro de 2015
Na manhã desta segunda-feira (30/11/2015), os diretores e os representantes do STIU-MT distribuíram aos trabalhadores do edifício João Dias, Complexo Barro Duro, agências e interior do Estado o boletim “Desafio 200”.
Entre os diversos assuntos apresentados nesse boletim, destaca-se que na negociação do Termo Aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2014/2016 – a Energisa Mato Grosso tem buscado de todas as formas não atender as reivindicações dos trabalhadores. Reivindicações que visam recuperar o valor dos salários devido à redução causada pela inflação, e também melhorar os salários, através do ganho real. Outra reivindicação importante, que a empresa resiste em atender, é a implantação de um Plano de Cargo, Carreira e Salário (PCCS), que acabe com a falta de valorização, para o crescimento profissional do trabalhador na empresa, ao ponto de um eletricista, após 15 anos de trabalho, receber um salário de apenas $1.600,00.
É inaceitável a posição da Energisa Mato Grosso de tentar excluir da Pauta de Reivindicações questões que envolvem a integridade física dos trabalhadores, a exemplo da grave ameaça de morte sofrida por dois eletricistas em Várzea Grande.
Como se não bastasse todas essas ocorrências, a empresa tenta de todas as maneiras humilhar e perseguir os trabalhadores nos locais de trabalho. Além disso, o diretor administrativo e de controles, José Souza Silva, vem faltando com a verdade. Em reunião com os empregados lotados na Gerência Regional da Energisa Mato Grosso em Barra do Garças, em 24/11/2015, comunicou que tinha oferecido ao STIU-MT 10% de reajuste salarial, pagando retroativo ao mês de outubro, enquanto, em negociação, a Energisa apresentou por escrito a proposta de 9%.
Todos esses e outros assuntos são abordados no “Desafio 200”, clique aqui e confira.















